Creepypastas

Crepypastas são lendas modernas,e muito assustadoras vejao algumas aqui!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O Lado Negro De Zelda


O que você lerá a seguir é uma creepypasta, ou seja, lendas modernas difundidas pela internet, por fóruns, e-mails e redes sociais. Normalmente podem ser fictícias, sem provas ou fontes confiáveis, ficando assim apenas como um conto de terror, mas… e se forem reais?
Nas duas últimas semanas começamos a falar do famoso caso de The Legend Of Zelda: Majora’s Mask. Fique agora com a conclusão deste incrível conto:
Para ampliarmos a sensação de suspense inserimos uma trilha para ser tocada acompanhado a leitura. (Não sejam covardes)

(Clique no play para ouvir)

Ei, pessoal! “Jadusable” aqui. Esta será a última vez que vocês saberão de mim, e este é meu último presente para você – estas são as notas que tomei e as realizações que eu fiz. Antes de me aprofundar a isso, quero te agradecer principalmente por ter me seguido e me ouvido durante tudo que tem acontecido; parece que o peso de uma carga poderosa está prestes a ser levantada. Pelo tempo que você ler isso, eu não estarei mais por perto, mas depois de passar quatro dias com este jogo totalmente enlouquecedor, comecei a entender o que está realmente em jogo aqui, e espero que depois de ler isto, possamos assegurar que isso nunca aconteça novamente.
03 Teve coisas que eu não pude compartilhar com vocês enquanto tudo isso acontecia, devido às circunstâncias em que irei explicar a seguir. Com o Ben bloqueando qualquer tentativa que fiz para tentar transmitir a verdade para vocês, eu tentei, de verdade, avisá-los de várias maneiras. Em meio ao caos e ao meu delírio, criei um padrão quase não perceptível em meus vídeos. Em todos os cinco vídeos que gravei durante os quatro dias, eu tenho ou a “Mask of Truth”, interagida com uma Gossip Stone, ou a “Lens of Truth” equipada em algum ponto. Para os fãs mais hardcores de Zelda, estes são todos os símbolos de honestidade e confiança, e eu espero que algum de vocês possa ter entendido a mensagem. Enquanto jogava o arquivo que eu nomeara de “BEN”, lembrando de como Ben estava observando a cada movimento meu naquele jogo, fiz o possível para evitar fazer qualquer coisa demasiado óbvia, mas ainda assim, consegui mandei uma mensagem escondida para vocês – eu nunca equipei o Lens, nem a máscara. Isso funcionou, e finalmente consegui carregar os vídeos com sucesso. Rezei para que alguém notasse o padrão não se aplicava ao BEN.
As tags também seguiram o mesmo exemplo, e eu espero que vocês tenham prestado atenção a esses também. Eles eram minhas pequenas mensagens para vocês – pequenas o suficiente para que nada chamasse a atenção de Ben ou que o fizesse suspeitar de qualquer coisa – e com Ben manipulando e alterando todos os meus arquivos, eu sinceramente espero que o que vocês viram ao menos chegue perto do que realmente aconteceu. Infelizmente, não há nenhuma maneira para que eu saiba isso.
Esta pode ser uma grande leitura, e eu também não tenho tempo para corrigir meus textos ou de deixar toda a minha pesquisa perfeitinha. Mas aqui estão:
06 de Setembro de 2010
23:00 – Eu não posso acreditar no que aconteceu aqui. Não tenho certeza se isso é algum tipo de fraude ou truque, apesar do medo que estou sentindo, o que só me deixa cada vez mais excepcionalmente curioso sobre isso. QUEM ou O QUE é a estátua? Um monte de perguntas aqui. Estou fazendo este documento como um “diário”, para que eu possa me manter atualizado de tudo. Estou digitando um resumo do que aconteceu para que eu possa voltar a ele mais tarde.
07 de Setembro de 2010
02:10 – (Sumario sobre o vídeo fourday.wmv foi postado aqui. Você pode revê-lo nas outras partes).
04:23 – Não consigo dormir. Tenho tentado tanto, mas quanto mais eu tento, mais fico agitado e assustado. Eu sinto que a estátua está aparecendo para me observar sempre que eu fecho meus olhos.
08:20 – Não dormi nada, e meu dia só está começando. Eu não acho que tenho energia para ir pra aula hoje. Vou dirigir de volta para falar com aquele velho, junto com meu amigo Tyler, caso algo aconteça.
13:18 – Acabei de voltar para o meu quarto. Nenhum sinal do velho. O mais estranho é que ele parece que está de mudança para dia seguinte, mas talvez a placa de “À venda” já estivesse lá ontem mesmo e eu só não havia percebido. Tyler quer saber o que me deixou tão desesperado para irmos lá, mas eu não lhe disse. Estou indo almoçar, me sentindo um merda total.
15:46 – Poderia jurar que enquanto dirigia de volta da Subway, eu vi a estátua de Elegy no meio de alguns arbustos, simplesmente me olhando passar. Agora eu realmente, definitivamente preciso descansar.
17:00 – Não acho que muitas pessoas iriam acreditar em mim se eu lhes dissesse o que está acontecendo, então vou tentar postar isso na internet. Acho que vou usar apenas o sumario, estas notas estão muito esporádicas.
18:00 – Conectei minha placa de captura em meu computador para carregar os vídeos. Pensei que o meu computador havia congelado por um segundo, fez um som muito estranho quando o liguei, mas agora parece estar funcionando normalmente. Meu computador não pode me desapontar, principalmente agora.
19:00 – Os vídeos acabaram de carregar. A qualidade está muito melhor do que eu achava que estaria. Caramba, eu acho que esse realmente é um cartucho muito especial, nunca parei para pensar nisso antes.
20:45 – Pensei ter visto um ícone que parecia ser o rosto da estatua aparecer no meu desktop por uma fração de segundo. Me deu um puta de um susto. Estou ficando realmente nervoso e delirante sobre isso, e acho que vou capotar depois disso.
21:00 – Acabei de iniciar o envio do meu vídeo na minha outra conta do Youtube.
21:03 – Eu realmente não me lembro de ter enviado um vídeo do jogo Vampire: The Masquerade: Bloodlines no ano passado. Esta é provavelmente a conta que eu compartilhei com um amigo meu no verão passado. Espero que ele não se importe que eu use esta conta para enviar meus vídeos.
21:55 – Postando meu sumario do Day Four, junto com um link para o vídeo do Youtube. Vou tentar ficar acordado, mas estou tããããão cansado agora.
05
08 de Setembro de 2010
10:48 – Eu tive um sonho sobre a estátua. Sonhei que ela estava me seguindo em meu sonho, que eu estava cuidando da minha vida, quando senti os pelos de meu pescoço se arrepiarem. Então eu me virava, e aquela coisa… aquela estátua horrível e sem vida, estava olhando diretamente para mim com aqueles olhos vazios, apenas centímetros de distância. No sonho, me lembro de chamá-lo de Ben, e eu nunca havia tido um sonho que eu podia me lembrar tão vividamente assim.
11:21 – Eu realmente não quero jogar aquele jogo novamente. Acho que vou voltar para ver se aquele velho está em casa, ao invés disso.
13:35 – Nem sinal do velho, mas eu tive uma conversa interessante com o seu vizinho. Vou postar a coisa toda em meu resumo de meu vídeo de hoje à noite. Ainda vou esperar um pouco para ver se consigo descobrir mais alguma informação sobre esse tal de Ben.
14:45 – Eu tenho tido muitas dores de cabeça aleatórias, devido à falta de sono e ainda por cima continuo a ouvir essa porra de música na minha cabeça. Aqui também está em temporada de gripe, então preciso ter muito cuidado para não ficar doente. Meu sistema imunológico vai ficar uma merda agora por causa dessas viradas de noite.
15:02 – Meu computador simplesmente… por conta própria… abriu um documento de texto e escreveu as palavras “Olá” e “www.cleverbot.com” por si só. Que… porra… é essa…
15:46 – Entrei naquele site, e é um daqueles sites de “bate papos automáticos”. Eu acho melhor deixar a conversa falar por si só:
8/9/10 – Conversa
Usuário: Olá?
Cleverbot: Olá.
Usuário: Quem é você e como consegue controlar o meu computador?
Cleverbot: Quem sou eu?
Usuário: É claro, esqueci. Você é só um robô.
Cleverbot: Você realmente acha isso?
Usuário: Escute, eu sei que quem está fudendo com meu computador pode ver a minha tela agora.
Cleverbot: Sim.
Usuário: Claro, e eu aposto que você é uma daquelas crianças idiotas que pensam que são os fodões. Você sabe que o que está fazendo agora é ilegal, certo?
Cleverbot: Verdade?
Usuário: Não, imagina… Você está familiarizado com os termos “Invasão de privacidade?” Dê o fora de meu computador, garoto.
Cleverbot: Eu sou o seu computador.
Usuário: História legal. Enfim, eu estou chamando o DPS agora. Você escolheu uma péssima hora pra mexer comigo, criança.
Cleverbot: Então eu devo esperar até que você jogar o jogo?
Usuário:… O quê?
Cleverbot: O jogo.
Usuário: Majora’s Mask?
Cleverbot: Sim.
Usuário: Como é que você sabe sobre isso?
Cleverbot: Porque…
Usuário: Porque o que?!
Cleverbot: Eu fiz isso.
Usuário: Fez o quê?
Cleverbot: Eu joguei com você.
Usuário: Mas que porra é essa?!
Cleverbot: Você ficou com medo?
Usuário: Quem diabos é você?
Cleverbot: Ben.
Usuário: A estátua? Você está dentro do meu computador agora?!
Cleverbot: Sim.
Usuário: Como?
Cleverbot: Você me conectou.
Usuário: Como diabos eu te conectei?
Cleverbot: Cabos e cordões.
Usuário: Como?
Cleverbot: Conte-me sobre você.
Usuário: O quê?
Cleverbot: Conte-me sobre você.
Usuário: O que você quer dizer?
Cleverbot: O que realmente assusta você?
Usuário: Que porra é essa?
Cleverbot: Responda.
Usuário: Não.
Cleverbot: Responda.
Usuário: Que porra é essa, caralho!? Como diabos você abriu isso sozinho?
Cleverbot: Eu sou o seu computador agora.
Usuário: Quanto você pode controlar?
Cleverbot: Tudo.
Usuário: O que você quer de mim?
Cleverbot: Me divirta.
Usuário: Você está preso ai dentro. Não pode me machucar.
Cleverbot: Ha.
Usuário: ?
Cleverbot: Vá jogar.
Usuário: Não, você não pode me machucar.
Cleverbot: Você demorou mais tempo para escrever isso.
Usuário: E daí?
Cleverbot: Você não tem certeza.
Usuário: Se é tão poderoso, por que usar um site ridículo como este para se “comunicar” comigo.
Cleverbot: Menos confuso. Mais estruturado. Divertido.
Usuário: Divertido?
Cleverbot: Sim. Tradição. Eu gosto disso.
Usuário: Você acha isso engraçado?
Cleverbot: Divertido.
Usuário: E as minhas notas?
Cleverbot: Você pode escrevê-las.
Usuário: Por que você está me deixando?
Cleverbot: É divertido ver o que você pensa de mim.
(Janela fecha)
07
15:50 – O que foi que eu fiz? Convidei-o para o meu computador. Eu continuo a escrever estas notas e sumários, e eu sinto que sou um prisioneiro em meu único lugar de segurança. Eu não sei, não sei se estou alucinando ou não. Sinto que estou ficando louco pra caralho agora. Posso senti-lo, olhando por mim, até mesmo enquanto escrevo isso. Ben está controlando tudo no jogo – brincando comigo, me guiando como uma ovelha, mas por quê? Qual o propósito? Eu sei que Ben se afogou, mas pra que essas assombrações? Que diabos estou fazendo, ele provavelmente deve estar lendo isso agora mesmo.
16:35 – (Sumario do meu video BEN.wmv)
19:18 – BEN me chamou para conversar pelo Cleverbot novamente. Ele me disse que está arrependido, e que quer ficar livre. E que eu posso libertá-lo, que assim como ele entrou em meu computador a partir da placa de captura, ele pode se espalhar, mas precisa da minha ajuda. Ele disse que eu sou especial porque posso ajudá-lo. Essa é a primeira coisa boa que me disse. Ele prometeu me deixar em paz se eu fizer isso. Ele jura que vai. Eu não sei o que pensar agora, como eu posso mesmo confiar nesta coisa?
19:20 – Estou aterrorizado com isso, mas agora ele está dizendo que estava apenas se divertindo. Sua versão retorcida e fudida de diversão. Ele está dizendo que o jogo acabou. Eu realmente quero que acabe. Ele disse que só quer ser livre, que está preso no cartucho e em meu computador, e que quer ser liberado. Eu não quero mais mexer com esta merda, não sei quanto tempo mais eu posso lidar com toda essa observação. Isto está observando cada movimento meu, cada letra que eu digito aqui, não tenho mais nada que seja privado. Ele sabe tudo que está em meu computador. Ele diz que se quisesse, poderia fazer coisas horríveis para mim, e eu sinto que devo acreditar nele.
20:01 – Algo me diz que eu estou sendo jogado novamente, assim como no jogo.
21:29 – BEN me chamou para conversar naquele Cleverbot novamente. Eu ignorei e fui tomar um banho. Quando voltei para o meu laptop, fui recebido com uma imagem horrível da estátua de Elegy me olhando com aqueles olhos mortos. Eu não quero falar com ele.
21:44 – Vai se fuder, Ben. Não vou falar com você.
21:56 – Vai se fuder, Ben. Não vou falar com você.
22:06 – VAI SE FUDER, BEN! Não vou falar com você.
22:12 – VAI SE FUDER, BEN! Não vou falar com você.
22:45 – Já faz mais de meia hora até que as mensagens pararam. Ben parou. Estou começando a pensar que Ben não se limita apenas ao meu computador /cartucho. Estou sentindo alguma coisa estranha. É difícil explicar isso, nunca fui espiritual, mas definitivamente há algo muito diferente no meu quarto agora.
23:42 – Estou começando a ver a estátua de Elegy aleatoriamente, enquanto pesquisava na internet em lugares que eu não deveria. Lugares onde ele não deveria estar – eu começo a rolar a barra de rolagem para baixo, e de repente estou olhando para uma foto da estátua de Elegy. SEMPRE a porra da estátua de Elegy. Realmente não sei quanto mais eu consigo agüentar.
09 de setembro de 2010
0200:35 – Meu maiores medos se confirmaram – Ben andou mexendo e apagando partes do meu sumario do video BEN.wmv. Olhei para o resumo que eu postei em vários fóruns, e notei que varias partes foram apagadas. Não há menção de o Ben existir fora do jogo. Não há menção sobre as Crianças de Lua. Como ele poderia ter sido tão rápido em apagar minhas postagens sem eu ao menos notar? Estou pensando na possibilidade de que, enquanto eu estava postando tudo, na realidade, Ben estava postando a sua própria versão modificada. Vou perguntar a ele por que fez isso.
00:50 – Ele não está me respondendo no Cleverbot… Está apenas dando as respostas genéricas que o site normalmente faz. Só estou conversando com o programa neste momento.
01:24 – Acho que Ben está bravo comigo.
10:43 – As Crianças da Lua apareceram em meus sonhos na noite passada… Levantaram suas máscaras para revelar seus rostos horrivelmente desfigurados – vermes rastejando para fora de seus orifícios, buracos negros onde seus olhos deveriam ser, e um sorriso amarelo horrível que crescia lentamente à medida que chegavam mais perto de mim. Diziam-me que queriam brincar. Tentei correr deles - , mas as quatro crianças me prenderam no chão com uma força surpreendentemente grande. Acima deles, estava o Vendedor de Máscara Feliz, dizendo que tinha uma nova máscara que ele queria que eu experimentasse. Então de repente, fazendo movimentos bruscos igual ao que fazia normalmente no jogo, ele tirou uma máscara bem modelada do rosto de alguém que eu não pude reconhecer – um rosto muito mais jovem – e entregou-a as Crianças da Lua. Rindo, elas colocaram-na em meu rosto, seus horríveis corpos quebrados saltando esparsamente pra cima e pra baixo. Dois deles me seguraram enquanto os outros dois começaram a colar a máscara no meu rosto.
Meus gritos fizeram com que o rosto do Vendedor de Mascaras Feliz se transformasse no sorriso mais horrível que já vi. Ele esporadicamente andava pela sala, examinando meu corpo como um médico curioso. Eu agitava o máximo possível para tentar escapar, mas não adiantava. Meus olhos chegavam a rolar na parte de trás de minha cabeça por causa da dor. Era tudo tão real, mas eu não conseguia acordar. Eu não conseguia acordar, não importa o quanto eu tentasse, eu não conseguia acordar. Após a máscara ser moldada na carne de meu rosto, eles começaram a grudar minhas pernas juntos, depois os meus braços, a sensação horrível de uma agulha perfurando minhas pernas e rompendo meus tendões se ressoava pelo meu corpo inteiro. Tentei gritar, mas a máscara foi pressionada com tanta força contra o meu rosto que ela já VIRARA meu novo rosto… e meu novo rosto não tinha boca. Tentei gritar, mais não saiu som. Tentei dizer a mim mesmo em minha cabeça que estava apenas sonhando, tentei dizer isso varias vezes, de verdade… Mas de repente, as Crianças da Lua pararam e olharam diretamente para mim. Eles só olhavam. E o Vendedor de Máscaras Feliz curvou-se lentamente e olhou para mim, a centímetros do meu rosto, e sorriu. Então, ele simplesmente disse: “Você se encontrou com um destino terrível, não é?” diante das Crianças Lua. Eu não conseguia acordar… Não conseguia acordar. Ele não iria me deixar acordar até que eles tivessem me transformado em outra estátua de Elegy.
Até que, finalmente, acordei suando, chorando e tremendo incontrolavelmente. Eu imediatamente corri para o meu computador e fui falar direto com Ben.
9/9/10 – Conversa 1
Usuário: Me responda, Ben!
Cleverbot: Bem-vindo de volta.
Usuário: Qual é o motivo de fazer isso? POR QUÊ?
Cleverbot: Divertido de assistir.
Usuário: Como?
Cleverbot: É Divertido jogar, divertido brincar com você, fazer você se sentir seguro.
Usuário:…
Cleverbot: Gostaria de saber como você teria reagido.
Usuário: Reagido ao que?
Cleverbot: Se eu não tivesse me revelado a você e ficado escondido, apenas fazendo pequenas coisas para mexer com você. Fechar as janelas, desligar o computador, mover o mouse sozinho… Pequenas coisas. Fazer você pensar se eu estou lá, mas nunca com certeza. Dar-lhe pequenas dicas que estou.
Cleverbot: Eu quero fazer algo diferente com você.
Usuário: Você já fez isso antes?
Cleverbot: Sim. E eu vou fazer isso novamente.
Usuário: Com QUEM, Ben?
Cleverbot: Hmm.
Usuário: Você conhecia Ben?
Cleverbot: Não direi esta informação a você.
Usuário: Como foi que Ben morreu?
Cleverbot: Você sabe.
Usuário: Sim, mas como ele se afogou?
Cleverbot: Não direi isso para você.
Usuário: Por que não?
Cleverbot: Isso está reservado para outra pessoa.
Usuário: Quem?
Cleverbot: Outra pessoa que perguntar.
Usuário: Quando?
Cleverbot: Breve.
(Janela fecha)
Estou começando a pensar que esta “coisa” talvez não seja o Ben. Em sua natureza sádica, eu não ficaria surpreso se ele usasse o nome do garoto, depois que o matou.
12:04 – Estou sentindo algo diferente no meu quarto novamente. Há algo… lá fora… Eu me sinto realmente ameaçado, como se aquilo fosse algo que estivesse tentando me pegar e me estrangular, mas que não consegue chegar a mim.
12:46 – Eu acho que Ben não quer mais “brincar” comigo. Vou jogar de novo, eu vou jogar o jogo novamente, Ben, está vendo isso? Eu vou jogar o jogo novamente. Por favor, pare com isso, por favor, por favor!
13:41 – Eu estou ficando louco tentando decidir o que é real e o que não é… Será que Ben está apenas aprontando um truque em mim, ou isso tudo é real? Ben está gerando estas respostas ou são pessoas que estão realmente postando-as? Eu acabei de ver esta tela piscar ou foi minha imaginação? Imagine que você dependa da internet e confie seus próprios olhos nela por toda a sua vida, e depois é simplesmente cegado – você não pode confiar mais nela, você apenas fica se perguntando sobre tudo. Nesses breves momentos que eu olho para as respostas dos meus vídeos, a maioria das pessoas fala que é tudo falso ou photoshop – e não há literalmente nenhuma maneira de saber se Ben mudou algo de propósito para tentar me calar. Ou se talvez essas respostas foram apenas construídas pelo próprio Bem, para tentar desencorajar-me de tudo que está acontecendo – Viu só? Estou presa nessa porra de Mindfuck infinito como este, e é isso que está esgotando minha sanidade e me empurrando cada vez mais para o poço. Enquanto eu escrevo isso, não há nenhuma maneira de dizer se alguém ainda se importa tanto quanto eu acho que se importam – apenas outro truque do caralho. Todo este documento ainda existe? Ou estou apenas escrevendo nada?
01
9/9/10 – Conversa 2
Usuário: O que diabos é isso? Qual é o ponto de jogar? Eu morro sempre que faço qualquer coisa!
Cleverbot: Você morre porque não consegue descobrir o segredo.
Usuário: O quê?
Cleverbot: Temática.
Usuário: MAIS QUE PORRA QUE VOCÊ TÁ FALANDO?
Cleverbot: Há beleza em seu sofrimento.
(Janela fecha)
16:09 – Ben está me obrigando a jogar o jogo novamente. Ele me diz que tem algo muito importante para me mostrar.
18:23 – (Sumario do vídeo DROWNED.wmv)
21:09 – (Sumario do vídeo CHILDREN.wmv)
10 de setembro de 2010
11:52 – O sumario do DROWNED.wmv já estava postado quando acordei hoje. Eu me lembro de ter escrito o mesmo, mas sinceramente não me lembro de enviá-lo. O “Ben” modificou-o novamente: não há nenhuma menção do velho. Eu não tenho mais opinião aqui. Só estou postando o que ele quer que eu poste; eu sou a máscara que ele usa para se esconder enquanto mente.
11:55 – Há um resumo INTEIRO de um vídeo que eu não me lembro de ter feito. Lendo através do resumo, isso soa mórbido – lembrando meu sonho de duas noites atrás, exceto em uma escala muito mais sádica – essas Crianças da Lua… há algo a mais nelas, quase como se elas fossem uma outra entidade de Ben. Algo aconteceu ontem à noite, algo que eu não me lembro. Estou postando o meu quarto resumo nos fóruns agora. A sombra da minha cadeira acabou de se mexer.
12:00 – Ben não me deixa entrar no Youtube. Posso navegar em qualquer outro site, mas sempre que entro no Youtube, ele fecha a minha janela. Por quê?
14:02 – Estou sentindo o ar se contrair… Eu não acho que estou sozinho aqui. Seja qual for esta “aura” em meu quarto, ela está ficando cada vez mais violenta.
14:44 – Estou tentando entrar em contato com Ben pelo Cleverbot, mas ele não me responde. Só recebo aquelas respostas genéricas.
15:51 – Meus ouvidos não estão me enganando, eu estou ouvindo a Song of Healing invertida. Eu continuo ouvindo isso.
16:23 – Agora eu tenho CERTEZA disso… No começo, pensei que era só uma coincidência estranha, mas agora, fui abrir minha janela, e três andares abaixo do meu e no nível do solo… eu vi o homem velho. Eu tenho CERTEZA de que o vi. O mesmo cara. Ele estava olhando para a minha janela, de pé no meio do campo. Se alguns alunos notaram-no ali, com certeza eles não o reconheceram.
É aí que as minhas notas terminam. Depois disso, eu fugi de meu quarto, levando o cartucho comigo. Não quero entrar em detalhes do que aconteceu, ou irei perder minha linha de pensamentos completamente. Já se passaram quase dois dias desde então. Este é o meu último sumário e serviço para vocês, do ultimo vídeo que vocês viram – Matt.wmv.
O ultimo vídeo que eu fiz, Matt.wmv, começou normalmente. Eu apareci na Clock Town, como de costume, e nada parecia estar fora de lugar Determinado a acertar as coisas e tocar a musica Oath of Order no topo da Clock Tower, no 4º Dia, eu me preparei. Acelerei o tempo e cheguei ao último dia, indo até o observatório. Quando cheguei na sala do telescópio e me aproximei do astrônomo, ele não me deixava olhar em seu telescópio. Ele me dizia que aquilo seria trapaça, e que eu deveria seguir as regras. Apesar de meus esforços, o jogo não me deixava fazer o truque do 4º Dia, não importa o quanto eu tentava. Independentemente de que eu simplesmente tivesse a ilusão de livre-arbítrio nos jogos anteriores, desta vez o jogo se tornara mais agressivo do que qualquer coisa que eu já havia visto. Ele finalmente me mandou ir para Ikana Canyon, onde o jogo iria terminar e que finalmente iria parar de me assombrar. Ansioso e desesperado para acabar com este pesadelo de uma vez por todas, toquei a Song of Soaring e fui direto para lá. Disseram-me para ver o meu estoque, que lá eu iria encontrar as respostas para terminar o jogo. Cheguei em Ikana Canyon e salvei meu progresso na estátua da coruja. Enquanto dava uma olhada em meu estoque, eu finalmente percebi que estava faltando uma música – a Elegy of Emptiness. Obviamente, uma vez que viajasse para lá e aprendesse essa música, eu suponho que era a última coisa que precisava fazer para que BEN decidisse que já tinha tido bastante diversão, fudendo com a minha cabeça. Ben é um manipulador; ele tenta enganar suas vítimas e fazê-las pensar que estão em segurança, e com isso, faz com que elas baixem a guarda, e como uma armadilha de animais selvagens, ele as “devora”. Eu não sou nada além de um brinquedo para ele. Ele gosta de ver que tipo de emoções humanas pode atingir, fazendo coisas diferentes.
Há ainda algumas coisas sobre toda esta experiência que não fazem sentido, mas de qualquer jeito, nunca fui bom em descobrir essas coisas e eu não estou exatamente com a mente boa para isto. Estou apenas te dando todas as peças do quebra-cabeça, para que você possa analisar e juntar todas as partes perdidas.
Estou escrevendo estas “considerações finais” no computador da biblioteca do campus, e eu mandei um e-mail para mim mesmo com todas as notas que eu tenho guardado no meu computador “infectado” nos últimos quatro dias. Então eu irei juntar e guardar tudo que eu digitei aqui em um documento de texto, dentro de um computador que esteja a salvo de outras pessoas – não quero me arriscar e acabar espalhando Ben novamente. Não desejo que este horrível tormento aconteça com ninguém. Eu não tive problemas com Ben quando estava de volta em meu computador e mandando as notas para mim mesmo – foi tudo bem debaixo da porra de seu nariz. Ele não faz idéia do que me deixou fazer. Não tive problemas para abrir o documento de texto do meu computador “infectado” em meu e-mail, também. Eu nem consigo descrever pra vocês o quão bom é poder finalmente passar a minha palavra nesta postagem. O pesadelo termina aqui.
Dito isso,
Não baixe NENHUM dos meus vídeos ou qualquer coisa que seja SOBRE meus vídeos – por meio de um programa que baixa vídeos do Youtube, seja qual for. Eu não sei como ele pode se espalhar, mas sei que apenas assistindo os vídeos no Youtube / lendo meus textos não será capaz de permitir que ele se espalhe. Caso contrário, ele nem precisaria de minha ajuda, em primeiro lugar, mas eu recomendo FORTEMENTE que você não salve nada sobre isso em seu computador.
Esta será minha última postagem. Se você ver qualquer outra postagem vinda de mim, após a data atual de hoje – 12 de Setembro de 2010 – e após o tempo atual – 00:08 - , NÃO ACREDITA neles. Ele já provou para mim que Ben pode acessar minha conta/senha e manipular meu computador, e como eu já disse, não tenho idéia até que ponto ele pode fazer isso, mas sei que ele vai fazer de tudo para se libertar. Ele está desesperado. Para garantir sua segurança, simplesmente se esqueça de mim. Por favor.
E obviamente, não baixe NENHUMA imagem que eu possa ter postado aqui, NENHUM arquivo, NENHUM vídeo… Enfim, não baixe NADA.
Este quinto dia será o meu último dia aqui; vou queimar o cartucho e depois voltar para destruir meu laptop.
Mais uma vez, apesar de eu nem sequer sei que você esta é uma espécie de agridoce para mim. Neste semestre, eu realmente não tive nenhum amigo, ou melhor, parei de dar atenção a eles.
Mas eu suponho que é parcialmente minha culpa, porque eu sou o gênio que escolheu viver sozinho; acho que se alguém tivesse me segurado e me salvado antes de eu ter ficado tão imerso assim nesse jogo, isso teria literalmente salvado a minha vida. No entanto, isso se revelou ser demais para mim, e estou feliz que tenha acontecido comigo, para que eu pudesse dar o aviso para todos, e garantir que Ben morre aqui.
Por fim, muito obrigado por terem tomado seu tempo para se abrirem para mim e ouvirem a minha história, apesar de talvez não acreditarem em mim. Vocês não precisavam ter feito isso, de verdade. Seu apoio durante todo esse tempo fez com que eu continuasse tentando, e agora, finalmente estou livre disto.
Obrigado mais uma vez,

O Lado Negro Da Walt Disney.


O que você lerá a seguir é uma creepypasta, que são lendas modernas difundidas pela internet, por fóruns, e-mails e redes sociais. Normalmente podem ser fictícias, sem provas ou fontes confiáveis, ficando assim apenas como um conto de terror, mas… e se forem reais?



Boa leitura!



Segundo muitos sites, trata-se de um vídeo sinistro, nunca lançado oficialmente. Nele aparece o Mickey Mouse, personagem mais famoso das indústrias de Walt Disney.

Alguns sites gostam de frisar que o próprio Walt Disney foi ocultista, e sofria de depressão. Eu me lembrei de ter lido em algum lugar que Disney carregava uma grande culpa por sentir responsável pela morte da mãe. Isso teria inclusive contribuído para que ele tirasse a figura materna da ampla maioria dos seus personagens.

De volta ao vídeo, que supostamente seria uma versão digitalizada de um filme que teria sido feito na fase ocultista de Walt, vemos Mickey andando cabisbaixo, com uma cara depressiva, passando em looping por 6 prédios, enquanto toca uma música sinistra no piano. Pelo som da musica podemos supor que é uma gravação de um piano real, num ambiente confinado, como uma sala qualquer. Pode ser que o piano esteja sendo tocado enquanto rola a projeção em loop na parede. Isso me levou a crer que talvez o loop do Mickey não fosse exatamente sobre o personagem, mas sim uma condição repetitiva de conduzir a um transe. Me perguntei se Walt não estaria registrando uma tentativa de contato entre ele e sua mãe morta.

10Inúmeros experimentos místicos são baseados na amortização da consciência. Monges usam a respiração cadenciada e o mantra. Certas praticas ocultistas do século XIX usam uma chama bruxuleante de uma vela, e os experimentos usando aparelhos de televisão em feedback contínuo com uma câmera apontada para a tela jogando o sinal para a TV é usada por pesquisadores para obterem o que se chama de trans comunicação instrumental. Basicamente o que muitos alegam é que este tipo de atividade repetitiva seria capaz de gerar um tipo de portão de comunicação entre mundos. Muitas pessoas alegam terem visto pessoas mortas nos aparelhos de tv exibindo loops infinitos.

Imediatamente quando notei o piano e a cena em loop pensei se não estaria vendo o registro de um experimento ocultista do século XX. Segundo os dados que eu levantei, o vídeo original tem 9:04. Essa versão é sem o final.

Subitamente, o som fica chiado e, aos 1:49, a tela fica preta. Quando volta, aos 2:40, o som muda pra choro, murmúrios e gritos desesperados. O vídeo começa a ficar distorcido. Aos 4:40 o som começa a ficar com uma voz grossa e tem coisas que parecem estarem passando atrás da imagem.

Depois, aos 5:15, o choro se transforma em grito de dor. Cores aparecem, o filme fica com um fundo obscuro. 6:18. O Mickey Mouse fica sem o rosto. Volta uma música estranha, diferente da do início.


05
O fim desse vídeo é desconhecido. Segundo o relato da descrição, duas pessoas estavam assistindo o vídeo, mas Leonard Maltin não aguentou e saiu, deixando um funcionário pra fazer anotações de tudo, até o último segundo. O cara teria saído da sala, dito 7 vezes “o verdadeiro sofrimento não é conhecido”, então ele teria tirado a arma de um segurança e se matado.


No final tem um trecho de um texto em russo, onde se lê: “As visões do inferno conduzem os telespectadores para ele”.

Não se sabe como ou devido a quem este vídeo teria vazado de dentro dos arquivos da Disney Company. Uma pessoa conseguiu uma cópia do material que Leonard Maltin e seu subordinado estavam registrando em mídia digital e enviou para um site de arquivos on line. Daí a coisa lentamente se espalhou. Há indícios de um e-mail de Leonard Maltin questionando uma pessoa se ela teria informações sobre o vídeo. Isso levou à suposição de que a Disney estaria usando todo seu poder e influência para obter e deletar esses vídeos na net.

Isso tudo sem falar que há indícios que de que Walt Disney desejava que Mickey se suicidasse, pois tirinhas de jornais onde o Mickey começou teriam histórias em que o ratinho briga com a Minnie e logo após tenta o suicídio.



Confira:




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Agora desafio você a assistir o vídeo em alto e bom som até o fim (sozinho e à noite de preferência):


Se há algo de interessante mesmo neste vídeo, é que ele foi feito deliberadamente para incutir medo nas pessoas. Vídeos de medo fazem grande sucesso na internet, perdendo apenas para os eróticos e os de humor. O vídeo do Suicide Mouse tem a seu favor o planejamento.

A idéia de usar o Mickey mouse foi boa. Ele é conhecido, ele é famoso por ser bem humorado e feliz. Ver o personagem triste, é algo que pode chocar num primeiro momento. Mas há outro aspecto aí.

Há alguns anos uma lenda urbana fala sobre um vídeo que Walt Disney teria preparado e guardado em segredo para que apenas os executivos da empresa pudessem ver. O vídeo em questão deveria ser exibido apenas após a morte de Walt e acompanhava instruções de como gerir a companhia.

Geralmente, o vídeo é acompanhado de avisos e ameaças de que a pessoa não deve ver o vídeo sob nenhuma hipótese. Isso causa justamente o oposto. O aviso inicial opera na fabricação do medo, pois ao longo da vida a pessoa se acostuma a ouvir, ler e assistir relatos de que a desobediência conduz a finais catastróficos. 90% dos contos infantis são baseados nesta premissa. Logo, avisar para não assistir o vídeo tem um poder muito grande de interferência na percepção e na fabricação do medo nas pessoas.

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Como podemos ver, o vídeo é construído inteiramente em cima de um loop de animação que realmente parece antiga. Mas não é só o vídeo que parece ser um loop contínuo. Os sons dos gritos também são loops. Esse tipo de som pode ser obtido em bibliotecas de efeitos sonoros, usados por estúdios de cinema e dublagem. Obviamente que eu não acredito que este vídeo seja um vídeo real e nem que estes gritos sejam provenientes do inferno.

Ao que me parece, existem um punhado de pequenos efeitos de distorção que são filtros matemáticos relativamente simples, que foram aplicados na “fase demoníaca do vídeo”. Há também um trecho onde foi usado algum tipo de chroma key, um processo em que uma faixa de cor é eliminada, produzindo um buraco, onde se pode ver atrás do filme principal uma série de filmagens. Não tenho certeza, mas me parece que são tripas, ou cadáveres. Talvez de porcos mortos ou o interior de um açougue. Creio que o objetivo do chroma seria criar a sensação de que ali era uma visão do inferno. Isso somado aos gritos e aos gemidos, bem como umas falas visivelmente alteradas em sua frequência dão a entender que é a voz do diabo.

A musica anacrônica tocada no piano, e o loop contínuo do vídeo conduzem para uma real experiência de desconforto do observador. Isso é algo que se conhece desde os primórdios da Psicologia e durante décadas foi (e ainda é) usado para afetar a mente de presos de guerra e torturados.
A repetição cansa a mente, enquanto a “musica” que parece não ter “lé com cré” estabelece uma série de arritmias na percepção musical. O desconforto leva muitas pessoas a abandonarem a experiência, o que reforçaria a história fictícia de que Leonard Maltin não suportou e saiu da sala.

Como é um período longo, as pessoas passam a se lembrar da história que acompanha o vídeo. O título de Suicide Mouse conduz para uma ideia de suicídio, o desconforto vai gradualmente chegando ao clímax e isso acontece quando surge o ruído. O ruído é conhecido como ruído branco. Ele basicamente poderia ser definido como “nada” mas tem um papel importante aqui. Ele corta a ligação da musica com o vídeo, conduzindo a percepção a uma dissociação do loop de vídeo com o som. Essa separação provoca uma sensação de que “falta alguma coisa”.

Quando o ruído some e a imagem vai junto, só resta uma tela preta. A tela preta pode ser a representação da morte. Do fim. Mas ainda há um (engenhoso) som de fundo, que nos informa que a coisa não deu defeito, nem acabou.

A pessoa é impelida a esperar. No escuro. Sem som. Esperar que algo aconteça, algo surja na tela a qualquer momento. Esta ação foi planejada para construir uma antecipação, que vai crescendo gradualmente na mente de quem vê.

O vídeo fica preto com o som fraco que lembra um eletrônico qualquer, (geladeira ar condicionado, computador ligado) durante longos seis minutos. Eu não achei nenhum vídeo que realmente tivesse seis minutos de tela preta, mas a maioria diz que o vídeo “original” tinha. Mas é possível que o vídeo “original” nunca tenha existido de fato.

Quando o vídeo volta, há uma série de estalos, cadenciados, e um gemido assustador. Então surge o grito de mulher, em loop e começam a distorções, inicialmente no fundo do vídeo, depois no Mickey que aparece sem o rosto e enfim em todo o vídeo. Daí salta para o que seria o “inferno”. Ao fim temos um close do Mickey sem o rosto, onde não se pode ver seus olhos (Uma referência à ausência da alma?) e temos uma tela preta com inscrições em russo. O vídeo termina assim, tão estranhamente quanto começa.

Originalmente este material teria surgido na seção sobrenatural do fórum 4chan. Tudo indica que o vídeo foi feito de propósito para assustar e alguém criou a história para aumentar o medo. Daí para o youtube e redes sociais foi um pulo.

Podemos observar que o vídeo do suicide mouse é similar em alguns aspecto ao vídeo do Mereana Mordegard Glesgorv, em que você fica olhando fixamente para o sorriso bizarro de um sujeito. As similaridades são:

A história envolve reações bizarras de quem assistiu o vídeo todo. No Mereana o cara arranca os olhos e envia para a Microsoft pelo correio. Neste aqui o cara pega a arma do segurança e dá um tiro na cabeça. Há referências a grandes empresas. Disney no Suicide Mouse e Microsoft (ou Google em certas versões) do Moreana Glesgorv.

Os efeitos sonoros são a base de todo o medo em ambos. A razão do espalhamento do vídeo se baseia em alegações de que pessoas sentiram estranhas sensações vendo os vídeos (efeito da sugestão simples). Ameaças de que a pessoa não deve ver o vídeo sob nenhuma hipótese.

Referências ao inferno. Neste vídeo há um aviso em russo no fim que diz que “As visões do inferno conduzem os telespectadores para ele”. No Mereana a tela fica vermelha, sugerindo o fogo.



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segunda-feira, 14 de maio de 2012

O Lado Negro Do Bob Esponja

O que você lerá a seguir é uma creepypasta, que são lendas modernas difundidas pela internet, por fóruns, e-mails e redes sociais. Normalmente podem ser fictícias, sem provas ou fontes confiáveis, ficando assim apenas como um conto de terror, mas… e se forem reais?

“Red Mist” (Névoa vermelha) é uma fita contendo um episódio inédito de Bob Esponja, criada por um animador escocês, agora preso, que queria apresentar a fita como o primeiro episódio da quarta temporada, apresentando a morte de Lula Molusco. Até agora houveram dois relatos contando a história a seguir, uma de um estagiário e a segunda do próprio editor do canal da Paramount que viu o vídeo. O texto a seguir é a versão do estagiário da Nick, Chaz Agnew, porém com o acréscimo de alguns trechos do segundo relato para melhor descrição do episódio. Boa leitura!

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Eu era um residente nos estúdios da Nickelodeon em 2005, por causa da minha graduação em animação. Eu não era pago, claro, a maioria dos residentes não são, mas tive algumas vantagens além do aprendizado. Para os adultos não é grande coisa, mas a maioria das crianças na época se matariam por isso, já que trabalhava com editores e animadores, eu conseguia ver os novos episódios dias antes de serem lançados.

Eles tinham recentemente feito o filme do Bob Esponja e com isso a criatividade da equipe teria ficado um pouco esgotada, o que atrasou o início da quarta temporada. Mas o verdadeiro motivo do atraso foi bem mais perturbador. Houve um problema com o primeiro episódio da quarta temporada que atrasou o desenvolvimento por vários meses.

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Eu e dois outros estagiários estavamos na sala de edição, juntamente com os animadores e editores de som para o corte final. Nós recebemos uma cópia do que seria o episódio “Medo de Hambúrger de Siri” e nos juntamos em frente à tela para assistir. Os animadores geralmente colocavam títulos engraçados, numa espécie de piada interna entre nós, já que a animação ainda não estava finalizada, nada particularmente engraçado. Então quando lemos o título “O Suicídio do Lula Molusco” não pensamos em nada além de que seria uma piada mórbida. Um dos residentes até riu do título. A música tema tocava normalmente.

A história começou com o Lula Molusco se preparando para praticar com a clarineta em sua casa enquanto Bob Esponja e Patrick brincam do lado do fora. Lula Molusco coloca a boca na clarineta e só consegue tocar algumas notas antes de ser interrompido por alguém batendo em sua porta. Ele desce as escadas e abre a porta, encontrando um vendedor ambulante.

O vendedor, um peixe escocês gigante, pergunta se ele poderia ter um momento com Lula Molusco. Mas este diz que não está interessado e bate a porta na cara do vendedor, andando de volta para seu quarto. O vendedor bate à porta mais uma vez, e Lula Molusco abre a porta irritado. O vendedor, parecendo bem triste, diz à Lula Molusco que “a névoa vermelha está vindo” e vai embora, deixando um Lula Molusco confuso para trás. Ele volta para seu quarto e continua a praticar com a clarineta.

avatar_80942292a169_128Depois de tocar algumas notas bem erradas, Bob Esponja e Patrick começam a rir do lado de fora, interrompendo Lula Molusco mais uma vez. Ele olha pela janela e grita com os dois, dizendo que ele precisa praticar para um concerto que teria. Bob Esponja e Patrick se desculpam com lágrimas nos olhos e vão para suas casas. Lula Molusco, incerto de si mesmo, volta a praticar com sua clarineta mais uma vez, agora sem ser interrompido.

A cena então vai se “apagando” em vermelho e permanece assim por doze segundos. Talvez por causa de um erro, a mesma cena repete mais uma vez, o que provavelmente deve ser comum em edições básicas de animação. Entretanto, dessa vez, os olhos dos personagens foram substituídos por novos, mais realísticos e com pupilas vermelhas. Não há mais áudio nessa cena, tirando alguns “cliques” ocasionais.

Depois da repetição da cena anterior, uma nova começa, com os mesmos olhos vermelhos nos personagens. Agora todos estão no teatro, onde Lula Molusco está tocando sua clarineta. Os quadros da animação “pulam” a cada quatro segundos, mas o som permanece sincronizado. Depois de uma apresentação ruim da música que ele mesmo intitulou “Red Mist”, Bob Esponja e Patrick são vistos na platéia vaiando Lula Molusco.

Neste ponto que as coisas começaram a ficar estranhas. Durante o show, alguns quadros se repetem, mas o som não (neste ponto é o som sincronizado com a animação então sim, não é comum), mas quando ele pára de tocar, o som termina como se o show nunca tivesse acontecido. Há um rápido murmúrio e o público começa a vaiá-lo. Não é vaiar o Lula Molusco que é incomum no show, mas você poderia muito bem sentir o desespero dele. Daí mostra Lula Molusco em full frame, que olha visivelmente com medo.

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A cena muda para a multidão, com Bob Esponja no centro da tela, que também está vaiando. No entanto, essa não é a coisa mais estranha. O que é estranho é que todos tinham os olhos hiper realistas. Muito detalhado. Claro que não eram olhos de pessoas reais, mas algo um pouco mais real que CG. Alguns de nós nos olhamos durante a cena, obviamente confusos. A cena muda para o Lula Molusco, sentado na beira de sua cama, olhando muito desamparado. O ponto de vista de sua janela vigia é de um céu noturno por isso não é muito tempo após o concerto. A parte preocupante é que neste ponto não há som. Literalmente, sem som. Nem mesmo o feedback dos alto-falantes na sala. É como se os altofalantes fossem desligados, embora o seu estado lhes mostrou funcionando perfeitamente. Ele apenas ficou lá, piscando, neste silêncio por cerca de 30 segundos, então ele começou a soluçar baixinho.

Ele colocou as mãos (os tentáculos) sobre os olhos e chorou em silêncio por quase um minuto, ao mesmo tempo em que um som no fundo começa a crescer muito lentamente a partir do nada para quase inaudível. Soou como uma leve brisa por uma floresta. A tela começa muito lentamente a aumentar o zoom em seu rosto. Seu choro fica mais alto, mais cheio de mágoa e raiva. A tela começa com algumas distorções, como uma TV com sinal ruim e logo volta ao normal. O som fica mais alto e lentamente, mais grave, como se uma tempestade estivesse se formando em algum lugar.

A parte assustadora é o som e os soluços de Lula Molusco, parecia real, como se o som não viesse dos alto-falantes ou se os alto-falantes fossem apenas buracos e o som estivesse vindo do outro lado. Por baixo do som do vento e soluçar, muito fraco, ouvia-se algo que parecia rir. Após cerca de 30 segundos neste clima, a tela ficou borrada e se contorceu violentamente e algo brilhou sobre a tela, como se um único quadro fosse substituído. O animador principal pausou e voltou quadro a quadro. O que vimos era horrível. Era a foto de uma criança morta. Ele não tinha mais do que 6 anos. O rosto estava desfigurado e ensanguentado, um olho arrancado e o estômago aberto com as entranhas caíndo ao seu lado. Ele estava deitado em uma espécie de pavimento, provavelmente uma estrada. A parte mais assustadora era a sombra do fotógrafo. Não havia fita de isolamento, nem marcadores de evidência, e o ângulo era totalmente diferente daqueles de uma foto policial. Parecia que o fotógrafo era a pessoa responsável pela morte da criança.

Depois que essa foto aparece, a cena volta para Lula Molusco soluçando, muito mais alto do que antes, e o que parece ser sangue escorre de seus olhos ao invés de lágrimas. O riso, que lembra o riso do vendedor no início do episódio, pode ser ouvido ainda. O som de vento na floresta também pode ser ouvido em som alto, com o som de galhos sendo quebrados e de crianças gritando. Depois de vinte segundos, outro quadro aparece, agora com uma menina de mais ou menos oito anos morta, caída de barriga pra baixo em uma poça de sangue, aparentemente na mesma floresta da foto do menino. Suas costas estão abertas e suas entranhas empilhadas sobre ela. Novamente o corpo estava na rua, e a sombra do fotógrafo era visível, muito similar no tamanho e forma vistos na primeira foto. Eu me segurei para não vomitar, e outra residente, a única mulher da sala, saiu correndo.

O episódio continuou, Lula Molusco ficou em silêncio, assim como todo o som, como era quando começou essa cena. Ele colocou seus tentáculos para baixo e seus olhos estavam agora feito em hiper realismo como os outros estavam no começo deste episódio.

Eles estavam sangrando, vermelhos e pulsantes. Ele só olhou para a tela, como se estivesse assistindo ao telespectador. Após cerca de 10 segundos, ele começou a chorar, desta vez não cobrindo seus olhos. O som era penetrante e forte, aos poucos o som de seus soluços foi novamente misturado com gritos de crianças. O som do vento voltou, assim como a risada ao fundo, dessa vez a próxima foto que aparecera durou por cinco quadros.

O animador conseguiu parar a cena no quarto quadro. Dessa vez a foto era de um garoto, da mesma idade da primeira criança, mas dessa vez a cena era diferente: as entranhas estavam sendo puxadas para fora de um corte no estômago por uma mão grande.

O animador continuou. Era difícil de acreditar, mas a foto seguinte era a mesma, mas havia algo de diferente nela, algo que não conseguíamos perceber exatamente. O animador voltou para o primeiro quadro e os acelerou. Eu vomitei no chão e os editores de animação e som ficaram mortificados com o que viram. Os cinco quadros, quando acelerados juntos, pareciam quadros de um vídeo. Podíamos ver a mão lentamente erguer as tripas da criança, vimos os olhos dela focarem-se em seu assassino, nós até vimos, em dois frames, a criança piscar.

O diretor de edição de som nos mandou parar, ele tinha que ligar para o criador da série e mandá-lo ver aquilo. Mr. Hillenburg chegou depois de 15 minutos. Ele estava confuso com o porquê de ter sido chamado ali, o editor continuou o episódio.

Após aqueles quadros terem passado, toda a gritaria e todo som parara novamente. Lula Molusco estava apenas encarando o espectador, seu rosto estava na tela toda. A cena afastou-se e aquela voz profunda disse “FAÇA”. A câmera rapidamente se afasta para revelar que Lula Molusco está segurando uma arma. Lula Molusco ergue o cano da arma para sua boca e atira. Sangue espirra de sua cabeça e a tela corta para estática (o famoso “chiado”).

Os últimos cinco segundos do episódio mostrava seu corpo na cama, um olho pendurava-se para fora do que restava de sua cabeça, encarando o nada. Então o episódio acabou. Mr. Hillenburg obviamente ficou furioso com aquilo. Ele imediatamente quis saber o que diabos estava acontecendo. Muitas pessoas já haviam deixado a sala àquela altura, então apenas alguns de nós assistimos ao episódio novamente. Ver o episódio mais uma vez apenas colaborou para fixar mais ainda tudo na minha mente e me causar pesadelos terríveis. Me arrependo de ter ficado.

suicidio de calamardo

Como resultado deste incidente, três animadores (Barry O’Neill, Grant Kirkland Jr. e Alyssa Simpson) foram mandados para o hospital, um editor se aposentou (Fernando de la Peña) e um residente (Jackie McMullen) cometeu suicídio. A fita foi enviada para a polícia, que determinou que a animação havia sido criada por Andrew Skinner, um animador escocês. Ele foi acusado por nove assassinatos, incluindo o das duas crianças que aparecem na fita.

Uma cópia da fita foi feita (antes da polícia confiscar a original) por Chaz Agnew. Agnew fez várias tentativas de distribuir as cópias da fita de Skinner e espera poder lançá-las em site de leilão online em breve.

O vídeo abaixo mostra um trecho de 49 segundos do vídeo original, a penúltima cena do episódio. Foi o primeiro trecho liberado por Agnew, após isso alguns fãs fizeram uma montagem, um “remake” caseiro do episódio.